Exposições
Artistas
Fotografia

João Cabrita é fotógrafo, videógrafo e criativo independente, baseado no Algarve, Portugal.
Com uma forte ligação ao oceano, ao surf e à natureza, desenvolve um trabalho visual que cruza a fotografia documental, o lifestyle e a produção comercial. A sua abordagem privilegia a autenticidade, a luz natural e a procura de momentos espontâneos, explorando a relação entre pessoas, lugares e histórias.
Ao longo do seu percurso, tem colaborado em projetos de fotografia, cinema e produção audiovisual, trabalhando com marcas, empresas e equipas criativas nacionais e internacionais.
Paralelamente ao trabalho comercial, desenvolve projetos fotográficos pessoais, onde explora a sua ligação ao mar, ao movimento e à paisagem, procurando uma linguagem visual própria entre a observação documental e a expressão artística.
Escultura

romp nasceu e cresceu em Lagos, rodeada de outros artistas que a inspiraram a usar a pedra enquanto objeto artístico e como ponte entre si e o Mundo.
Licenciada em Design de Equipamento e Mestre em Design de Produto, a artista faz da pedra o seu legado e é através dela que narra a história da sua relação com o mar e a natureza, com os outros e com o mundo interior.
Com residência artística no LAC desde 2017, a artista encontrou o lar onde a sua criatividade se materializa, ao nível da produção das peças, mas sobretudo da ideação de projetos de grande dimensão.
Conquistando a audiência com as suas peças delicadas, sóbrias e às quais imprime caráter e movimento, a artista vem transitando para um paradigma mais concetual e abstrato, influenciado pelo aprimoramento do seu Eu artístico.
Para além do destaque na escultura privada e na escultura pública, como a peça em homenagem a Matthias Sandeck, instalada na Praia da Luz, Romp conta já com a participação em seis simpósios internacionais, o último, em 2026, no Festival Maldant la Pedra em Espanha onde esculpiu “Transformação”, com o tema do luto perinatal.
Apresentou a sua primeira exposição individual com a coleção “Silêncio”, em 2023, numa narrativa em mármore sobre a influência do silêncio, a meditação, o Yoga e o Budismo no seu desenvolvimento pessoal e artístico.
Abriu a sua primeira loja física Teias – Arte Local em Lagos em 2024, juntamente com outros oito artistas nacionais. É membro da comunidade de artesãos nacionais Portugal Manual.
Cerâmica

Natural de Lagos, Portugal, tem 36 anos e cresceu no meio da cerâmica, numa família de ceramistas. O contacto com a arte fez parte da sua vida desde cedo.
Estudou Ciências Políticas, um percurso diferente da prática artística, mas que faz parte da sua história. Com o tempo, foi encontrando o seu próprio caminho na arte, explorando diferentes suportes e formas de expressão.
Hoje, trabalha entre a pintura e a cerâmica, gosta de experimentar, de misturar linguagens e de deixar que as peças encontrem o seu próprio rumo, sem se prender a uma única forma de fazer.
Pintura

Neuza Mochacho, nascida em 1987, é uma artista plástica natural de Vila do Bispo, terra de encantos e paisagens que respiram o Atlântico. A sua ligação com o mar nasceu cedo — aos 9 anos já deslizava nas ondas com o bodyboard, paixão que a acompanha até hoje e que se reflete na sua forma de viver e de criar.
Durante a pandemia, quase como uma brincadeira, descobriu na pintura uma nova forma de expressão. O que começou de maneira espontânea transformou-se em arte — uma arte autêntica, que carrega cores, emoções e memórias ligadas ao mar e às praias deslumbrantes do concelho.
Hoje, Neuza assume-se como artista plástica, criando obras que nascem da sua sensibilidade, da sua paixão pelo oceano e da beleza natural que a rodeia. Cada pintura é um convite a mergulhar no seu universo, onde a força do mar e a delicadeza da alma se encontram em harmonia.
“Transformo em arte as emoções e a beleza das nossas praias através da pintura.”
Fotografia

João Bracourt (1971) é um fotógrafo sediado em Portimão, Algarve, cuja obra é inseparável do Atlântico. O seu trabalho move-se entre a estética do surf lifestyle e a observação contemplativa da paisagem e do retrato — atraído pelo que escapa ao gesto evidente. Construiu uma obra reconhecida internacionalmente pela contenção, pela atmosfera e pela sensibilidade com que interpreta a luz.
Para João Bracourt, a originalidade não reside no distanciamento do mundo, mas antes num mergulho mais profundo e solitário em sua essência. Não persegue o exotismo de latitudes remotas nem a vertigem do efémero; prefere deter-se nos pequenos desvios interiores — nesses instantes em que, por força do olhar, deixamos de ser quem éramos. As suas imagens captam um mundo sem amarras, imóvel e absoluto, apenas para nos lembrar que o sublime reside no silêncio daquilo que, de tão presente, se tornou invisível.
Pintura

Valerie, conhecida artisticamente como Bel Oui, é uma artista alemã a viver em Portugal. Mudou-se pela ligação ao oceano, pela liberdade e pela procura de um estilo de vida menos previsível. Antes de se dedicar à arte a tempo inteiro, ensinou surf durante seis anos, trabalhou como tatuadora e estudou arte e fotografia. O seu percurso pouco linear reflete-se numa prática artística marcada pela curiosidade e pela experimentação.
O seu trabalho é difícil de enquadrar numa única categoria. Pinta, desenha, explora técnicas mistas, cria azulejos e pinta pranchas de surf. As suas obras tanto podem ser realistas como ingénuas ou completamente absurdas. Mergulha numa ideia, explora as suas possibilidades e parte à descoberta da seguinte. Embora tenha procurado encontrar um estilo reconhecível, é na liberdade de experimentar diferentes linguagens que mantém o entusiasmo pela criação.
Grande parte da sua inspiração nasce fora do estúdio. Passa tanto tempo quanto possível no oceano, entre o surf e a pesca submarina, e a natureza e os animais têm uma presença forte no seu trabalho. Seja a pintar um animal ou a dedicar horas a uma prancha, ponto a ponto, encontra prazer na exploração de diferentes técnicas e ritmos de trabalho.
Um dos projetos que mais a marcou foi uma prancha criada em colaboração com a Cru Surfboards para a Sea Shepherd, com o objetivo de sensibilizar para a matança de baleias-piloto nas Ilhas Faroé. Está prevista a continuidade desta colaboração através de uma nova coleção de pranchas, unindo o trabalho de shaping à sua intervenção artística.
Para Bel Oui, uma obra nem sempre precisa de ter um significado profundo, mas precisa de lhe despertar alguma coisa. A arte representa a liberdade de seguir uma ideia sem saber exatamente onde irá chegar. É essa abertura ao inesperado, mais do que a repetição de uma fórmula, que orienta o seu percurso.
Pintura

Salvador, conhecido como Sassa, é surfista e artista, natural do sul de Portugal.
Surfa desde os cerca de três anos. Hoje passa a maior parte do tempo a trabalhar em projetos de surf, a filmar clips e à procura de boas ondas e swell. Quando não está a surfar, está normalmente a tocar com a sua banda, os Candler, ou a criar arte.
A música é uma parte importante da sua vida. Com os amigos dos Candler, passou os últimos anos a dar concertos um pouco por todo o país. Em dezembro passado, a banda juntou-se à digressão europeia de estreia de um filme da Billabong com o Salvador, com atuações em Portugal, Espanha e França. A digressão foi uma oportunidade para partilhar a música deles, conhecer pessoas novas e descobrir diferentes lugares em conjunto.
A arte também faz parte da vida do Salvador desde criança. Sempre gostou de desenhar e pintar tudo o que lhe passa pela cabeça. Nos últimos anos participou em várias exposições, a mais recente das quais no Gliding Barnacles Festival, em setembro passado.
Quando
Sexta, 30 de outubro
10h00–22h00
Sábado, 31 de outubro
10h00–22h00
Domingo, 1 de novembro
10h00–22h00
Onde
Pavilhão Multiusos Clésio Ricardo
Sagres, Vila do Bispo, Algarve
Sagres Sessions
30 Out — 1 Nov 2026
Sagres, Vila do Bispo, Algarve


